Magra outra vez
Eu li duas matérias hoje no site do IG e achei tão bacana que resolvi dividir com vocês.

Contrariando as pessoas que acham que não dá pra emagrecer sem remédio ou cirurgia (eu mesma após dois meses e menos 7kg e pouco não acreditava ser possível) eu fui através dessa matéria apresentada a  Patricia Faccio Marques, 37 anos essa moça da foto aqui do lado. Ela decidiu emagrecer com força de vontade, exercício e reeducação alimentar.



Foi desta forma, e com muita força de vontade, que a professora de química de sorriso fácil e voz suave conseguiu perder 50 quilos em um ano. Para chegar à meta ainda faltam mais 30 quilos.
No auge da obesidade, há dois anos, a balança alcançou os 147 quilos e seu Índice de Massa Corporal (IMC) era 41. A cirurgia bariátrica é recomendada para obesos com IMC de 40. Mas não foram os números que a assustaram.
“Eu estava no banheiro de um shopping, e vi uma criança me olhando. Eu sorri e ela me perguntou: ‘Tia, por que você é assim?’ O que você responde para uma criança nessa hora?”, relembra.
A pergunta ecoou com mais força ao ver-se em uma foto, durante uma viagem à Paranapiacaba. “Eu vi o meu tamanho. Não cabia mais nos lugares, ficava apertada na poltrona do cinema. Deixei de ir a parques de diversão porque não cabia em nenhum brinquedo, não passava a catraca do ônibus. Quando ia sair, pensava ‘será que vou caber na cadeira?’”, relata.
Vestir-se também passou a ser um problema. Usando número 62 de calça, nem nas lojas especializadas para tamanhos grandes ela encontrava roupas que lhe servissem. Qualquer peça nova tinha de ser feita sob medida. “A obesidade começou a me incomodar pela primeira vez na vida”, relata.
Aos 35 anos, Patricia foi demitida da empresa onde trabalhava há 10 anos. O que era para ser um revés virou uma oportunidade para finalmente olhar para si. Apoiada pelo marido, decidiu parar de trabalhar para colocar em prática o que sempre não passou de um projeto: emagrecer. O momento coincidiu com o emagrecimento de uma amiga, que passou a “fórmula”: alimentação regrada, atividade física intensa e muita dedicação. Nada de remédios ou dietas milagrosas.


“Assim como um drogado busca a droga, ou um alcoólatra busca a bebida, o obeso busca a comida. Sou igual a um drogado. Eu passei por perdas grandes nos últimos meses e muitas vezes busquei a comida como solução para aquela tristeza. A comida é uma droga, se usar muito posso ter uma ‘overdose’, que se reflete no meu corpo”, relata. Para ela, a sociedade encara o gordo como um “folgado e preguiçoso” e não consegue enxergar que obesidade é uma doença.


A reportagem na íntegra esta AQUI


Uma amiga me deixou um link no facebook com uma matéria parecida com essa daí de cima. 
Uma jovem que mora nos EUA e é casada com um fisiculturista, incomodada com a sua forma física, ela com a ajuda do marido resolveu mudar de vida.


“Quando andei de bicicleta sem camiseta, só de top, pela primeira vez, fiquei tão feliz, que liguei para minha mãe no Brasil e chorei de emoção.”, relata.



A confissão parece estranha para uma morena de 26 anos, 55 quilos, 1,68m de altura, barriga tanquinho, pernas torneadas e, hoje, personal trainer de uma academia nos Estados Unidos. No entanto, a silhueta enxuta que Barbara exibe agora foi conquistada há apenas um ano, depois de 12 meses de trabalho intenso na academia e reeducação alimentar radical. Com a mudança no estilo de vida, ela deixou para trás 20 quilos, diz que se sente mais feliz e que até a pele e o cabelo melhoraram.
Boa parte do mérito é de Troy, 44 anos, fisiculturista e marido de Barbara. Apesar dele nunca ter dito nada sobre o peso da namorada (quando se conheceram, ela pesava 75kg), namorar o dono de uma academia sem ter um corpo em forma era difícil.
“Eu me sentia muito insegura. Ele sempre foi musculoso e as pessoas comentavam ‘o que ele está fazendo com essa gordinha?’”, conta. “Ficava muito mal.”
Aos poucos, com paciência, Troy foi ajudando a namorada. Primeiro, ele ligava em casa para acordá-la mais cedo. Depois, saía com ela para andar de bicicleta três vezes por semana. “Eu tinha uma vida muito sedentária. Dormia até 11h todo dia e quase não me mexia. Ele me levava para andar de bicicleta, passei a me exercitar sem perceber”, relata.


“No começo, foi difícil. Mas o que era um esforço foi se tornando um hábito”, afirma.
Atualmente, ela faz 45 minutos de aeróbio, divididos entre três ou quatro quiilômetros de corrida e elíptico, além de seis exercícios diferentes alternados para cada grupo muscular. O cardápio e o treino da Bárbara AQUI
A matéria na íntegra no site do IG

Essas mulheres são exemplos, pra mim e pra você que me acompanha aqui no Blog, o impossível não existe!!!!!! Basta ter determinação e força de vontade.
 Força e fé! Vamos a Luta

beijos da Nêga
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1 comentários:
Cida

Muito bom, a gente fica até mais animada. Continue com essa força!

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